sábado, 19 de março de 2011

ઇઉ Borboletas no estômago ઇઉ

Sabe aquele pequeno instante que precede à ação?
Aquele momento que o tempo pára.
A gente suspira.
Parece que tudo está em suspensão,
esperando pelo inevitável:
O vestibular;
A palestra para 100 pessoas;
O (re)encontro de uma futura paixão;
A primeira viagem de avião.
A mudança!
Uma sensação complexa e primitiva.
O coração parece sair pela boca.
Medo, ansiedade, expectativa, apreensão.
Aquele friozinho na barriga.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

A pesquisa como eixo de formação docente

Como diria Machado de Assis, citado por Esteban e Zaccur (2002, p. 15), “Deus te livre, caro leitor, de uma idéia fixa. É que as idéias fixas, uma vez encarapitadas no trapézio da mente passam a exigir respostas, leituras, discussões, reflexões e, portanto pesquisa...”

Essa advertência confirma que a pesquisa não é tarefa fácil. Pode se dar a partir de uma idéia fixa, ou seja, de um questionamento, de uma pergunta que direciona o processo empírico-teórico de uma investigação. Contudo, acreditava-se que pesquisa pressupõe fundamentação teórica consistente, leitura crítica da bibliografia especializada e, por conseguinte sempre esteve atrelada ao professor universitário, ao lócus da universidade.

Nessa perspectiva, a pesquisa é entendida como momento de pensar para orientar o fazer de outros. Assim, as perguntas indispensáveis ao processo de construção do conhecimento são silenciadas no interior da escola e, consequentemente, a educação segue ancorada a princípios capitalistas, apostando nos pré-requisitos trazidos pelos pesquisadores acadêmicos, isentando os professores da educação básica de serem pesquisadores.

A superação da dicotomia entre o pensar e o fazer, matrizada na divisão do trabalho e na hierarquização, tem sido um desafio, evidenciado nos impasses vivenciados por quem vive o cotidiano da escola e por quem teoriza. Deste modo, torna-se, pois, necessário a formação de professores-pesquisadores.

Para tanto, o currículo dos cursos de formação de professores deve ser perpassado pela pesquisa, oportunizando os alunos vivenciarem a prática educacional e, ao mesmo tempo, refletir sobre ela, constituindo uma relação dialógica e dialética. Ressalta-se que sem essa intenção, o currículo estrutura-se de maneira fragmentada, tendo como base as disciplinas teóricas, ligadas ao saber, seguidas posteriormente pelas metodologias, ligadas a prática, para então finalizar com o estágio, momento de treinar a ação docente, mostrando o que foi aprendido.

Os cursos de formação de professores, portanto devem romper com a concepção do currículo dicotômico, para então considerar as teorias como “lentes”, instrumentos que auxiliam na compreensão do real, tendo a prática como ponto de partida e chegada. Dessa maneira, qualifica o professor enquanto pesquisador, que nesse movimento de ação-reflexão-ação, torna-se apto a formular alternativas para transformar a sua ação docente, bem como a realidade.

ESTEBAN, Maria e Tereza e ZACCUR, Edwiges (orgs.). Professora-pesquisadora: uma práxis em construção. Rio de Janeiro: Editora DP&A, 2002.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Porque o estágio para quem não exerce o magistério: o aprender a profissão

As reformas da educação e a legislação de ensino exigem dos profissionais que exercem/exerceram o magistério a busca pela certificação, pelo conhecimento sistematizado. Deste modo, são inseridos em turmas de alunos que não tem experiência, trazendo um perfil diferenciado aos cursos de formação de professores, nos quais surgem questões e preocupações novas e diversas, em especial acerca do estágio.

Nesse sentido, as autoras enfatizam a importância de refletir sobre as singularidades do estágio para compreendê-lo como preparação ao magistério, bem como momento que permite aos sujeitos envolvidos entender assuntos pertinentes a escola, a profissão, a realidade dos alunos e professores de ensino fundamental e médio, possibilitando os estagiários a reafirmação e o crescimento profissional.

Ademais, quanto aos conteúdos teórico-metodológicos, espera-se que sejam alicerce para o estágio, mas é preciso atentar-se que para solucionar os percalços advindos da rotina da sala de aula, da escola não são suficientes. Faz-se necessário a mediação do supervisor/orientador e daqueles que já possuem experiência com a ação docente. Todavia “a discussão dessas experiências, de suas possibilidades, do porque de darem certo ou não, configura o passo adiante à simples experiência” (p. 103).

Outra questão alusiva ao estágio trata-se da impressão de quem não exerce o magistério no primeiro contato com a sala de aula. Muitas vezes a reação é de pânico, vez que nesse momento desvelamos o real e percebemos as contradições entre a teoria e a prática. Vale ressaltar que essa primeira impressão é pertinente a falta de experiência e o currículo dicotômico dos cursos de formação.

Cabe aos estagiários compreender que os desafios e dificuldades da sala de aula estão interligados com a organização da escola e com a cultura organizacional. Assim, torna-se imprescindível conhecer o cotidiano, a rotina da escola para a construção do projeto de intervenção.

As mudanças nas formas organizacionais em prol da qualidade da educação, bem como as modificações resultantes das reformas educacionais deixam os professores inseguros e insatisfeitos, como conseqüência, geralmente, recebem os estagiários “com apelações do tipo: ‘Desista enquanto é novo!’, ‘O que você, tão jovem, está fazendo aqui?’” (p. 104).

Diante disso, o estágio precisa ser (re)estruturado e a universidade e a escola devem firmar parceria mais eficaz, estimulando a colaboração dos sujeitos envolvidos nesse processo. Salientando que essa parceria torna-se difícil pelas instituições possuírem “características, objetivos, estrutura e funcionamento diversos” (p. 107). Dessa maneira, compete ao estagiário entender das culturas específicas, bem como o que tem em comum afim de não gerar acusações mútuas.

No interior da escola, segundo Farias (2002, apud PIMENTA, 2004), são firmados acordos que envolvem regras próprias que regulamentam seu funcionamento burocrático e as concepções, crenças e valores de seus membros, representando e legitimando as vozes dominantes. Dessa maneira, a escola torna-se meio de transmitir a cultura dominante, ao mesmo tempo em que revela possibilidades e limites para o desenvolvimento de conhecimentos imprescindíveis à transformação social.

Entender essas e outras questões presentes na escola faz-se necessário ao estagiário atentar-se às diversas situações, desde a chegada até o momento da saída. Conforme Lima (2002, PIMENTA, 2004, p. 118),

(...) o portão da escola representa para o estagiário uma oportunidade de reflexão. Deixar-se ficar no portão da escola é uma experiência de compreensão do que acontece lá dentro. O panorama que se descortina, visto a partir do espaço escolar, pode trazer à tona alguns aspectos que talvez nunca tenhamos observado antes: a vida da comunidade, a movimentação na frente da escola, costumes, preferências e regionalidade.

Indubitavelmente, o estágio é momento de ensinar/aprender a profissão docente e, portanto de interação, onde os estagiários e orientadores atualizam seus conhecimentos sobre a ação docente, desmitificando a idéia que tem como finalidade única denunciar as falhas e deficiências da escola. Para quem não exerce o magistério, deve se constituir antes de tudo como um estágio de boas-vindas de novos companheiros de profissão.


PIMENTA, Selma Garrido e LIMA, Maria Socorro Lecuna. Estágio e Docência. São Paulo: Editora Cortez, 2004.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

DÓ... RÉ... MInha vida...

Geisa Pereira Gomes, brasileira, nordestina, baiana, jequieense, aquariana, católica e na busca eterna pelo equilíbrio! Filha de Josemir e de Almerinda, mais conhecidos como Zé e Neta, dedicados a educação e a exemplificação dos valores morais imperecíveis aos filhos. Tenho dois irmãos, Jaqueline e Élder, apesar de algumas brigas, estamos sempre prontos a ajudar o outro. Como avós paternos, Antônio e Leônidia, e maternos, Edivaldo e Marinalva, infelizmente hoje já não tenho todos por perto, mas com certeza foram e são pessoas que me ensinaram muito.

Os estudos iniciei em casa com minha mãe, posteriormente, frenquentei a Escola Mundo Encantado, onde fiz a Prontidão, com a professora Cristina. A alfabetização, fiz na Escola Passo a Passo, desse período trago na memória a relação afetiva com a professora Célia. De acordo a perspectiva Walloniana (1968), é por meio da afetividade que o sujeito acessa o mundo simbólico, originando a atividade cognitiva e possibilitando o seu avanço.

O ensino fundamental (de 1ª a 4ª série), cursei na Escola Cultural de Jequié que trabalhava de acordo o método construtivista, criado por Jean Piaget (1896- 1980), que ao invés de utilizar um método pré-estabelecido, a escola propõe temas que interessam naquele momento, acompanhando e estimulando a curiosidade natural da criança. Dessa época, lembro de ter aprontado muito, mas sempre tida como aluna exemplar da turma, que ganhava as “estrelinhas douradas”.

O ginásio, cursei no Colégio Idéia, guardo grandes lembranças e exemplos preciosos dos 'verdadeiros mestres' que marcaram minha juventude: Jackson, João Valcy, Magno, Daniela, Luciana. Também ficaram grandes amigos, entre os quais Ana Carolina, ou simplesmente Lola, uma amiga que, embora hoje esteja longe fisicamente, trago no coração, pois treze anos de amizade, o tempo e a distância não apaga. Período, também, que surgiu as grandes paixões e com elas decepções e fins de algumas amizades.

Cursei o ensino médio no Colégio Polivalente, concluindo no ano de 2005. Desses últimos anos, ficaram lembranças dos professores Martha Lyra (muito amiga e tranquila) e da exigente professora Cristiane de quem tinha pavor na época, mas que foi responsável por minha maior nota no vestibular. Com Cristiane aprendi que, muitas vezes, o professor exigente e chato é melhor para nossa vida do que o legal que empurra com a barriga.

Nessa época, tínhamos uma turma enorme e amiga, com a qual tivemos muitos momentos de diversão e prazer, frequentando festas e baladas. Ficaram na lembrança, desculpem-me os demais, Daiane, a tagarela que não deixava ninguém quieto, que tive o prazer de reencontrá-la na faculdade; Danilo, sempre brincalhão, não tinha como ficar triste ao seu lado; Genival, meu bolinha, que sempre me apoiava mesmo quando estava errada; Rodrigo, o menino mais tímido que conheço; Tamiles, minha companheira de fulga (risos), melhor amiga que uma pessoa pode ter; e tantos outros dos quais me foge a memória neste momento.

Fiz o cursinho pré-vestibular Universidade para Todos, proporcionado pela UESB, onde conheci grandes professores Rodrigo, Giorgio, Shaiala. Dos amigos desta época, acho importante citar os nomes de Cleiton, Alessandra, Diego, Thiago, Mari, Samille e Rangel. Muitas foram às vezes que filamos aulas para jogar baralho, tocar um violão, ou até mesmo jogar conversa fora.

Após a conclusão do ensino médio prestei meu primeiro vestibular para o curso Ciências Biológicas por achar que tinha afinidade, (in)felizmente não fiz uma boa pontuação. Passado um ano, prestei novamente vestibular, dessa vez para Pedagogia. A escolha dessa vez foi meio que influência de alguns amigos e também pela experiência que tive dando reforço escolar para alunos do ensino fundamental (de 1ª a 4ª série).

O início do curso de Pedagogia

Iniciei o curso de Licenciatura em Pedagogia, em setembro de 2007, cheia de expectativa, empolgação acerca do que o curso poderia me oferecer e medo pelo novo, pelos passos que viria a percorrer. Ainda possuía uma ideia simplória acerca desse universo da educação e tudo o que está ligado a ela. Entretanto, essa idéia foi logo sendo substituída, dando lugar a uma visão mais crítica, não só acerca da educação, mas do mundo, vez que não trata só da parte, mas de um todo, proporcionando a nós futuros educadores saberes que sempre nos serão úteis no contexto educacional, bem como em nossa vida como ser humano.

Por isso, considero o curso de Pedagogia como um dos cursos de licenciatura mais completo, apesar do currículo ainda não contemplar uma visão mais ampla do trabalho pedagógico, principalmente, em espaços extraescolares, como o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil – PETI, onde trabalho como coordenadora pedagógica.

Em relação a esse aspecto do currículo, que inquietou a mim e a colega Tamires, constatamos a partir de estudos realizados no Grupo de Estudos em Políticas e Gestão Educacional, que a partir da década 90, as discussões acerca da importância da Pedagogia em espaços extraescolares passaram a ter maior ascensão no meio acadêmico, possibilitando ao pedagogo transcender o espaço escolar e conquistar, gradativamente, outros espaços. Assim, a formação do pedagogo centrou-se no exercício integrado e indissociável da docência, da gestão dos processos educativos escolares e não-escolares, da produção e difusão do conhecimento científico e tecnológico do campo educacional (BRASIL, 2006).

Outro aspecto acerca do currículo do curso de pedagogia, analisado pelas autoras Pimenta e Lima (2004), é a distribuição das horas que determina a quantidade para o estágio, assim como para horas práticas, horas de aula e outras atividades acadêmicas. Essa é uma proposta fragmentária e, segundo as mesmas autoras, contribuirá para perpetuar a tradicional dicotomia entre teoria e prática nos cursos de formação docente.

No que diz respeito as disciplinas, lembro dos percalços e avanços em cada uma, como Sociologia e minha entrega, Filosofia e meus questionamentos, Estatística e minhas frustrações, Psicologia e meus estímulos, Metodologia da Alfabetização e minhas respostas, Linguística Aplicada a Alfabetização e a minha contemplação, Práticas Pedagógicas na Educação Infantil e a sensação de ser uma pedagoga, uma docente na Educação Infantil.

Lembro também dos professores que até então passaram pelos semestres estudados, e que contribuíram significativamente à minha formação acadêmica, ainda em processo. Desde o primeiro semestre até o atual, tive professores que foram verdadeiros mestres, outros que poderiam ser melhores, mas até com estes aprendi, pois me permitiram refletir sobre que tipo de profissional quero ser. Segundo Lima (2003), o trabalho é um princípio educativo e ao realizar a sua ação docente, o professor aprende também e vai construindo o seu conhecimento.

Sendo assim o trabalho educativo está situado no movimento de articulação entre a teoria e a prática pedagógica em que constitui a identidade docente. Dessa maneira, refletir o caminho percorrido até chegarmos ao período do Estágio no ensino fundamental é imprescindível para sabermos que tipo de profissional seremos.

(des)caminhos do meu processo formativo

O caminho até chegarmos a disciplina Práticas Pedagógicas do Ensino Fundamental, a qual nos possibilita o estágio, é longo, no entanto, enriquecedor para esse período. Das disciplinas que contribuíram com os seus conteúdos teórico-metodológicos para a nossa postura em sala no estágio da educação infantil e futuramente do ensino fundamental, posso citar Psicologia da Educação I, a qual nos proporcionou um estudo acerca da abordagem vygotskiana que defende a idéia que o desenvolvimento infantil pode ser mediado através da brincadeira de faz-de-conta, acreditando que ela é a principal atividade até os seis anos de idade. Conforme este autor,

a situação imaginária de qualquer forma de brinquedo já contém regras de comportamento, embora possa não ser um jogo com regras formais estabelecidas a priori. A criança imagina-se como mãe da boneca e a boneca como criança e, dessa forma, deve obedecer às regras do comportamento maternal (VYGOTSKY, 1998, p.124).

Sendo assim, será por meio dessa atividade que as crianças mais vão desenvolver a linguagem, o pensamento, a atenção, a memória, os sentimentos morais, os traços de caráter; vai aprender a conviver em grupo, a controlar a própria conduta.

Esse aspecto pôde ser percebido numa atividade de campo, na qual observamos alunos de quatro anos da Escola Municipal Dr. Joel Coelho Sá, ficando evidente que a brincadeira contribui de forma positiva para o processo de aprendizagem dos alunos, assim como ela está inerente a sua realidade.

As disciplinas Sociologia da Educação I e II proporcionaram uma visão crítica da educação e tudo o que está ligado a ela, por meio de estudos acerca da relação existente entre educação e ideologia, a educação no contexto neoliberal, as abordagens de autores como Althusser, Durkheim, Gadoti, Giddens, Mersenas, Snyders, Pereira e Foracchi.

Para a educação, o discurso neoliberal parece propor um tecnicismo reformado, onde os problemas socioeconômicos, políticos e culturais da educação se convertem em problemas administrativos, técnicos e de reestruturação. Neste sentido, o aluno se transforma em consumidor do ensino, e o professor em servidor capacitado e competente para preparar seus alunos para o mercado de trabalho e para fazer pesquisas práticas e utilitárias em curto prazo. Diante disso, devemos nos posicionar se como profissional queremos servir a este discurso, que não toca na estrutura piramidal da sociedade, apenas amplia sua verticalidade.

A disciplina Linguística Aplicada a Alfabetização, conduzida de maneira exemplar pela educadora Sonilda Sampaio, com certeza vai ser lembrada ao longo do meu processo formativo, pois além de discussões sobre a aplicabilidade de uma metodologia adequada à alfabetização, pudemos contemplar uma prática pedagógica coerente a realidade de alunos advindos do campo, da Escola Estadual Rural Taylor Egídio – ERTE, da cidade de Jaguaquara.

Esse é um projeto que, iniciou-se em 2001 e, trata de uma pedagogia de alternância, onde atende, atualmente, seiscentos e vinte e cinco educandos, sendo que duzentos ficam na escola, que funciona como internato, enquanto que os outros quatrocentos e vinte e cinco estão em suas moradias sendo visitados pela equipe da itinerância.

As crianças e adolescentes campestres atendidos são respeitados em suas singularidades, acolhidos como sujeitos de cultura diferente, não deficiente e, sobretudo, imersos numa práxis pedagógica que faça valer, sobretudo, o discurso da concepção freiriana de educação integral.

Não só disciplinas contribuíram, as palestras, mini cursos, oficinas, mesas temáticas, momentos que participem como ouvinte, monitora, palestrante e/ou colaboradora, também tiveram sua parcela na minha formação. Dentre elas: III Feira de Educação: "Educação do Oprimido, um novo olhar, uma nova perspectiva”; II Seminário de Inclusão Social e Educacional: (Re) Conhecendo a Diferença; III Workshop Lobato: 124 anos de história e reinvenção; Pedagogia em Debate: História, Currículo e Desafios; Alfabetização e Politização: Alternativas para o desenvolvimento de uma prática pedagógica transformadora; IV Semana de Pedagogia: "A Profissionalização do Pedagogo na Contemporaneidade"; Encontro Norte e Nordeste de Estudantes de Pedagogia.

O Grupo de Estudos em Políticas e Gestão Educacional é uma experiência ímpar também ao meu processo formativo, nele além de compreender acerca dos processos de descentralização, democratização e participação civil no âmbito educacional, bem como do processo de intervenção do Estado nas políticas educacionais brasileiras e na gestão da escola pública, fomentando ações de pesquisa e extensão, pude entrelaçar um círculo de amizade com o educador Ubirajara Lima e os colegas Thiana, Ivan, Tamires, Larissa, Luciene, Cristiane, Daiane e Irane, os quais me ajudam a crescer não só profissionalmente, mas como pessoa.

Voltando a falar das disciplinas, não posso deixar de citar Práticas Pedagógicas em Educação Infantil, vez que nos proporcionou momentos de estudos e preparação de material para o levantamento de dados, observação e co-participação na instituição que estagiamos, para, posteriormente, elaboração dos planos e atividades a serem desenvolvidas no período da regência.